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13.12.12

XI Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos em Sintra

Numa altura em que vemos constantemente um atropelo aos Direitos Humanos é importante estarmos informados, reflectirmos, debatermos e agirmos.




PROGRAMAÇÃO

50 Anos da Amnistia Internacional | 14 de dezembro – 10h30 - Pequeno Auditório
Realização: Jeff Dupree; EUA, 2011, 15’ | M/12

Os Invisíveis | 14 de dezembro – 10h45 - Pequeno Auditório
Realização: Marc Silver & Gael Garcia Bernal; México, 2010, 30’ | M/12

Gandhi’s Children | 14 de dezembro – 15h30 - Pequeno Auditório
Realização: Vishnu Vasu; India, 2011, 56’ | M/12

"Estou para aqui assim" | 14 de dezembro - 21h30 - Pequeno Auditório
RealizaçãoDiogo Pessoa de Andrade; Portugal, 2010, 4' | M/12

Design Atrás das Grades | 14 de dezembro – 21h35 – Pequeno Auditório
(A sessão contará com a presença da realizadora)
Realização: Margarida Leitão; Portugal, 2012, 61’ | M/12

O Preço do Sexo | 15 de dezembro – 21h30 – Pequeno Auditório
Realização: Mimi Chacarova; Moldávia, 2011, 72’ | M/16

Vou Contar para Meus Filhos | 16 de dezembro – 16h00 | Pequeno Auditório
(A sessão contará com a presença de Lília Gondim, ex-presa política no Brasil)
Realização: Tuca Siqueira; Brasil, 2011, 24’ | M/12

A Cidade dos Fotógrafos | 16 de Dezembro – 16h25 | Pequeno Auditório
Realização: Sebastián Moreno; Chile, 2006, 80’ | M/14

31.1.12

O que levarias?



Um pequeno filme da Amnistia Internacional realizado por Marc Silver. Este filme pede aos espectadores para se colocarem nos sapatos de um emigrante durante 3 minutos e imaginar o que é ser forçado a deixar para trás a sua casa e país. Vê como podes ajudar a fazer diferença em http://sendsocks.org

23.1.12

Português de etnia chinesa em risco de ser executado na China

Lau Fat-wai, cidadão português de etnia chinesa, condenado à morte pelo Tribunal de Guangzhou em 2009, viu a sentença confirmada em segunda instância em setembro de 2011. Corre o risco de ser executado dentro de uma semana, na China.
Lau Fat-wai, foi detido em abril de 2006 na China e acusado de transportar drogas e de contrabandear materiais para fabrico de drogas. Condenado à morte pelo Tribunal de Guangzhou em 2009, viu a sentença confirmada em segunda instância em setembro de 2011. O caso está ainda em apreciação no Supremo Tribunal Popular mas se este ratificar a sentença, Lau Fat-wai poderá ser executado dentro de uma semana.
Assinar a Petição

17.1.12

Protecção, Não Exclusão! Direitos, Não Favores!

Car@s amig@s 
Já falta pouco! No dia 19 de janeiro a Amnistia Internacional Portugal terá uma audiência com um representante do Ministério dos Negócios Estrangeiros para entregar a petição que pede ao governo português que ratifique o Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais (PFPIDESC). 

Pedimos que assinem até amanhã (18 de janeiro) à noite e que divulguem pelas vossas redes sociais e contactos esta petição

Este Protocolo permitirá que os indivíduos e grupos procurem justiça através da ONU, caso os seus direitos (como o direito a alojamento adequado, alimentação, água, saúde, trabalho, educação e segurança social) sejam violados pelo governo e não consigam obter justiça localmente.

Todos juntos vamos tornar a justiça social uma realidade em Portugal!
Abraços e muito obrigada

27.2.11

postais da Primavera

Não sei que palavra escolheria para descrever os dois últimos meses: diferente, inconstante... não sei. O que sei é que não nasci para viver no Inverno. O frio, a falta do sol, a falta de verde, de ouvir pássaros cantar... Mas no meu Inverno também há postais da Primavera e para isso muito tem contribuído a comunidade de voluntários EVS em Chisinau.
No início deste mês participei no International Fairy Tale Day, um dia organizado pelos voluntários com actividades relacionadas com contos de fadas para as crianças de Chisinau. Foi uma dia mesmo divertido para as crianças e também para mim, que ajudei na decoração e também na hora de distribuir comida e bebidas (senti-me uma verdadeira barmaid das bebidas sem álcool).
Flores, borboletas, joaninhas feitas de garrafas de plástico e pintadas pelos meninos e meninas do meu centro.
A palhaça Chris a ensinar um menino-tigre a fazer a sua carteira com pacote de sumo no dia Internacional dos Contos de Fadas.

Tenho também participado nalgumas acções da Amnistia Internacional Moldova. Podem ver algumas fotos sobre o protesto em frente à embaixada da Bielorussia para pedir a libertação de presos políticos aqui.
Além de todas estas actividades é bom partilhar a casa com outros voluntários. No início fiquei com uma família de acolhimento, mas morava muito longe e não me sentia em casa... estava sempre a andar em bicos de pés com medo de estorvar. Agora vivo com outros voluntários e além de partilharmos o apartamento, partilhamos também os nossos dotes culinários, as nossas culturas, as nossas opiniões e experiências.
Pizza feita pelo pelo Michael (ele não é italiano mas safa-se bem :)

Outra notícia que penetrou o meu inverno como um raio de sol, foi o nascimento do meu sobrinho Shahir! Que alegria saber que ele nasceu bem, que está bem e que é a alegria lá de casa. Bem-vindo Shahir que sejas feliz, que nos tragas muito alegria.
Comprei estas botinhas para o Shahir a uma senhora que faz estas botinhas e as vende na rua. Corta-me o coração pensar que esta senhora, que provavelmente é avó de alguém, passa os dias ao frio a tentar vender estas botinhas para poder sobreviver.

6.2.11

Concurso de Fotografia: Europa sem Discriminação

A Amnistia Internacional desafia pessoas por toda a Europa a tirar uma fotografia que ilustre a sua visão de uma sociedade sem discriminação.

Este concurso europeu de fotografia tem como objectivo levar pessoas a expressar, com a máxima criatividade e imaginação, o seu ideal de uma sociedade mais justa e inclusiva. O concurso está aberto a todos os que vivam na Europa e tenham mais de 14 anos de idade, excluindo fotógrafos profissionais. 
Os participantes poderão colocar as suas fotografias a concurso até ao dia 31 de Março. As 12 melhores serão utilizadas num calendário, assim como noutros materiais promocionais da Campanha Não à Discriminação na Europa. As três fotos vencedoras serão condecoradas na cerimónia de entrega de prémios que será realizada em Bruxelas, em Maio. 

 
Para mais informações sobre como participar neste concurso veja os termos e condições e a ficha de inscrição

(a foto foi tirada na fábrica de Braço de Prata em Lisboa, não está relacionada com o tema mas gosto muito dela. Se uma má fotografa como eu consegue ter sorte, imagino as fotos fantásticas que este concurso vai revelar!)

6.12.10

IX Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos * Human Rights Documentaries*

O Grupo 19 da Amnistia Internacional em Portugal promove a realização da IX Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos, que este ano realiza-se em no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, entre os dias 10 e 12 de Dezembro. Recomendo esta mostra, não só pela qualidade dos documentários que irão ser exibidos, mas também por ser uma excelente forma de informação e de sensibilização para a defesa dos direitos humanos em diferentes regiões e comunidades do mundo. Além da exibição dos documentários, serão realizados debates/conversas, assinalando desta forma o dia internacional dos direitos humanos que se celebra a 10 de Dezembro.
Para saber mais sobre os documentários seguem-se alguns links:
China Blue
Children Of Gaza
Hortas Di Pobreza - estreia!
Hasta La Última Piedra
Les Arrivants
Ilha da Cova da Moura
Between December 10th and 12th, Amnisty International Portugal organizes a documentary festival about Human Rights in Sintra. Presenting 6 documentaries about different countries and realities. A great way to celebrate Human Rights day.

23.11.10

de criança-soldado a mãe-leoa

Na sexta-feira passada tive o privilegio de assistir ao testemunho da China Keitetsi, uma ugandensa que viveu 10 anos num inferno, foi criança-soldado no Exército de Resistência Nacional. O que mais me impressionou não foi a tragédia, não foram os abusos, nem a sua descrição do medo que sentia diariamente, o que mais me impressionou foi a descrição da nova vida que tem agora. Talvez só quem tenha passado pelo "inferno" saiba realmente o que é o "paraíso". "É como se tivesse nascido outra vez", disse ao descrever a sua libertação emocional depois de se ter refugiado na Dinamarca e ter começado a caminhada de activista dos direitos humanos. A China tem 2 filhos fruto das violações que sofreu no Uganda mas só veio a aprender a ser mãe anos depois, quando engravidou de Aisha (que também acompanhou nas conferências que deu em Portugal). Agora a família está reunida e ela quer lutar pelas crianças-soldado e por aqueles que andaram de arma na mão enquanto crianças. Muitos dos seus camaradas morreram em combate, outros não sobreviveram ao terror e suicidaram-se ou perderam-se no álcool e nas drogas. A China lutou pela sua vida, sobreviveu e hoje vive e luta por muitas vidas. Mas ela diz que é igual a nós, tem os mesmos medos, sonhos, lutas... os seus heróis são as mães africanas, mães que não sabem qual vai ser a próxima refeição, que não sabem o que fazer se os filhos adoecerem mas que defendem os seus filhos como leoas. "As mães são o vosso tesouro" dizia. Diante da sua força e coragem penso: "tenho de continuar a lutar pelos meus sonhos, quero ser parte da mudança, quero salvar uma menina que seja porque essa menina pode ser uma luz como a China."
capa do livro "Child Soldier" escrito por China Keitetsi

14.9.10

o que é que tens feito pelos direitos humanos?

Esta é a pergunta que eu tenho feito pelas ruas de Lisboa, enquanto trabalho para a Amnistia Internacional no projecto Face-to-Face. Alguns ignoram-me, outros fazem caretas, outros dizem "nada mas não tenho tempo" e alguns param e trocam uns dedos de conversa comigo. As desculpas são as mesmas, não há tempo, a vida está difícil e parece que os nossos problemas são sempre maiores do que os dos outros. Mas a verdade é que, enquanto nós usufruímos os direitos que constam na declaração de direitos humanos, milhões por esse mundo fora vivem sem dignidade.

Estima-se que 27 milhões de pessoas vivam em escravatura! Mas afinal a escravatura não foi abolida? Legalmente foi abolida mas na realidade está a aumentar. Alguém tem de pagar pelos preços baixos praticados no ocidente...

Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), 43,3 milhões de pessoas tiveram de deixaram as suas casas no ano passado.

São só alguns números e não dou muito crédito a números mas por detrás dos números há pessoas. E vale a pena lutar por pessoas. Vale a pena passar 5 horas do meu dia a falar sobre direitos humanos. Já faço algumas coisas mas ainda há muito por fazer...

10.6.10

fora da caixa!

As últimas semanas têm sido agradavelmente diversificadas. Pus-me pensar nas escolhas que tenho feito e que, muito provavelmente, não faria metade das coisas que faço hoje e não conheceria metade das pessoas que conheço hoje, se ainda estivesse presa ao emprego das 9h-18h e à casa própria. Não quero viver dentro da caixa, ter um trabalho que não me faz feliz, o peso de um empréstimo de 30 anos e outras as outras coisas que as pessoas dizem "tem de ser" mas que eu descobri que não tem de ser. As últimas semanas foram passadas, entre outras coisas, numa manifestação organizada pela AI em frente ao consulado de Angola; a cozinhar comida vegetariana no curso de construção com fardos de palha no Monte dos Carvalhos (foi feita uma casa em uma semana!); a cantar; a dançar; a brincar; a trabalhar; a contar histórias ao meu afilhado; num chá de bebé em cascais; numa sardinhada em alfama; a preparar para mudar de casa outra vez; tempo com família e amigos... Só posso estar agradecida pela vida tão rica que tenho!
(O meu afilhado Nolan tem quase 2 anos mas já consegue pregar melhor que eu!!! é um pequeno guerreiro)

10.5.10

responsabilidade corporativa - shell

Responsabilidade corporativa precisa-se, e muito. Responsabilidade corporativa é uma forma das empresas (quanto maior a dimensão, maior a responsabilidade) assumirem a responsabilidade pelo impacto da sua actividade nos consumidores, fornecedores, empregados, comunidade e meio ambiente. Muitas vezes as empresas não assumem essa responsabilidade, muitas vezes os governos também não, por isso é tão importante o papel das ONG's e sociedade civil na denuncia de abusos por parte das empresas. Vejam o exemplo da Shell no blog protectthehuman.com/shell.
Tradução do anúncio: Enquanto a Shell brinda aos 9.8 biliões de lucros, 23 milhões de pessoas no Delta Nigeriano bebem água envenenada. Eles também estão a ter más colheitas, as suas crianças estão a adoecer e os seus meios de subsistência estão a desaparecer. Então se tem acções da Shell, peça ao conselho de administração para explicar isto quando brindarem na reunião de hoje. Saúde.

6.5.10

Tyranny Book - defesa dos Direitos Humanos online

Já tenho falado sobre o meu envolvimento com a Amnistia Internacional - organização defensora dos direitos humanos. Acho que qualquer pessoa pode fazer o pouco que faço, enviar cartas, assinar petições e como cristã orar por justiça. Agora a Amnistia Internacional criou mais uma ferramenta para a defesa dos direitos humanos: http://www.tyrannybook.com/ À semelhança de redes sociais, como o facebook, este site dá a conhecer a actividade de alguns líderes mundiais mas em relação aos direitos humanos. Será que vai ter a mesma adesão que as redes sociais comuns? vamos ver... mas se funcionar é uma óptima forma para que o cidadão comum saiba o que se está a passar fora do seu país, da sua rede de amigos e conhecidos. À vida para além do facebook!

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." Martin Luther King Jr

18.11.09

jovens activistas procuram-se!

Todos os anos a Amnistia Internacional realiza o Campo de Trabalho para Jovens - uma iniciativa que conta normalmente com a participação de cerca de 100 jovens (dos 15 aos 18 anos) de todo o país e que pretende sensibilizá-los para as questões dos direitos humanos, assim como mobilizar os jovens para o activismo.

O Campo deste ano, a 10ª edição, realiza-se de 28 de Novembro a 1 de Dezembro de 2009, na Colónia de Férias da Praia Azul em Torres Vedras. As inscrições já estão abertas e decorrem até 22 de Novembro.
Mais informações no site da Amnistia Internacional Portugal.
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