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22.12.10

a Christmas prayer


Che Jesus
They told me that you came back to be born every Christmas.
Man, you're crazy!

... with this stubborn gesture of coming back every Christmas
you are trying to tell us something:

That the revolution that all proclaim begins first of all in
each one's heart,
That it doesn't mean only changing structures but changing
selfishness for love,
That we have to stop being wolves and return to being
brothers and sisters,
That we… begin to work seriously for
individual conversion and social change
that will give to all the possibility of having bread,
education, freedom, and dignity.

That you have a message that's called the Gospel,
And a Church, and that's us--
A Church that wants to be servant of all,
A Church that knows that because God became human
one Christmas
there is no other way to love God but to love all people.
If that's the way it is, Jesus, come to my house this Christmas,
Come to my country,
Come to the world of men and women.
And first of all, come to my heart.

Anonymous, Cordoba, Argentina, at Christmas, 1970

16.10.10

pacíficos e passivos

Hoje li no Público "Portugal é um dos países mais pacíficos do mundo, segundo o Índice Global da Paz 2010, publicado por uma ONG australiana - o Institute for Economics and Peace. O país está em 13º lugar, num ranking de 149 nações. O Iraque é considerado o país mais violento."
Boas notícias mas Paz sem Justiça não é Shalom, não é completa. Somos pacíficos mas infelizmente também somos passivos.

3.10.10

um comentário ao estado da nação

Há muito que não ouvia um profeta a falar na televisão. A frase que mais me chamou atenção "estão a crescer numa sociedade que está montada no ter pelo ter e esqueceu o ser pelo ser, e o ser pelo outro e o ser com o outro..."

comentário de Frei Fernando Ventura sobre a situação do país

13.6.10

o outro lado do mundial 2010 na África do Sul



Estou muito contente pelo mundial de futebol realizar-se na África do Sul! É a primeira vez que este evento se realiza em África e acho que vai ser bom para os sul-africanos receberem tantas nações do mundo e fazerem a festa do futebol. O futebol pode mesmo ser um meio para renovar a esperança. Eu lembro-me da altura do Euro 2004, eu estava a trabalhar no centro de Lisboa, e era animação todos os dias! Mas pela minha natureza, não consigo deixar de pensar em vários aspectos e perspectivas e ao ver este video as minhas suspeitas confirmam-se. Em Portugal foram gastos milhões de euros para construir estádios que quase não são utilizados (como por exemplo, o estádio do Algarve). Na África do Sul são gastos biliões de dólares em infraestruturas para o mundial, quando a maioria da população vive em pobreza. Claro que as infraestruturas criadas vão continuar a ser usadas depois do mundial, mas que haja mais equilíbrio e justiça. Sinceramente, acho que a organização do mundial deveria ter pensado em receber bem as nações em competição mas também em melhorar a qualidade de vida das pessoas afectadas.
Neste video há outra coisa que me faz uma certa confusão, a atitude conformista de algumas pessoas entrevistadas que esperam há anos por uma casa. Posso estar a ser um bocadinho dura mas muitas vezes as ONG's e mesmo o governo fomenta a atitude do "pobrezinho que não pode fazer nada por si mesmo". Eu acho que esta atitude não ajuda ninguém. Sim, é preciso ajudar os pobres mas ajudar significa muitas vezes devolver a dignidade que foi roubada. Que tal uma aposta em métodos de construção mais sustentáveis e que podem ser realizados por toda a comunidade?

17.5.10

micro-crédito

No início do ano emprestei 25 dólares a um grupo que tem um café na Tanzânia (ver post). O empréstimo já foi pago e desta vez decidir emprestar o dinheiro a uma senhora que vende sumos no Senegal. Se quiserem dar uma vista de olhos e contribuir visitem o site da kiva http://www.kiva.org/lend/197840.

"Sê a mudança que queres ver no mundo." Ghandi

11.5.10

Sweet Notions

Hoje foi um dia de descobertas. Através da família Jones (não percam o blog deles se sabem ler inglês), descobri uma empresa que faz mais ou menos aquilo que eu tento fazer com os acessórios que (re)crio. Sweet Notions é uma empresa social que aproveita acessórios (malas, sapatos, colares, pregadeiras, etc.) que as pessoas já não usam e dá-lhes uma nova vida. Com as receitas obtidas podem organizar workshops para ensinar as técnicas usadas a mulheres carenciadas. Só tem vantagens! Acessórios com mínimo impacto ambiental porque não há muito desperdício e uma oportunidade para mulheres ganharem mais competência e muitas vezes com isso auto-estima também, posso falar por experiência. Esta empresa combina 2 paixões pessoais: "Sweet Notions - acessórios e mudança social. Queremos transformar produtos pessoas e os lugares onde vivemos."

5.1.10

começar o ano a mudar 15 vidas

A primeira vez que ouvi falar de microcrédito foi aquando da atribuição do prémio Nobel da Paz ao Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank - o banco dos pobres. Achei a ideia genial, acho que o empreendedorismo local é a melhor forma de quebrar o ciclo da pobreza e mudar a comunidade local. Saber que posso fazer parte dessa mudança com apenas 25 dólares, acho mais genial ainda! O site kiva possibilita que pessoas vulgares como eu, contribuam para microcréditos atribuídos em todo mundo.
Eu emprestei 25 dólares a um grupo de 15 pessoas na Tanzânia, o grupo Waukae. O dinheiro vai ser usado para fazer comida tradicional num café. Achei engraçado porque um dos meus sonhos é ter um café, quem sabe alguém também me vai emprestar 25 dólares para tornar o meu sonho realidade e mudar a minha vida.

7.10.09

17 de Outubro - Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

No dia 17 de Outubro assinala-se o dia internacional para a Erradicação da Pobreza. Muitas vezes tenho ouvido que somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza mas será que somos mesmo? Acho que sim...

* Temos os recursos financeiros (reparem quão rápidos foram os governos a injectar dinheiro para responder à crise financeira)
* Temos tecnologia (cada vez mais conseguimos produzir de uma forma mais sustentável; a rapidez e qualidade dos meios de comunicação permite espalhar o conhecimento para todo o mundo.)
* Temos cooperação (nenhum país subsiste sozinho, por isso a comunidade internacional também cada vez mais influência nas decisões internas, essa influência pode ser usada para acabar com corrupção e injustiça)
* Temos experiência (temos experiência em fazer grandes coisas, se conseguimos acabar com o comércio escravo transatlântico, erradicar doenças ou chegar até à Lua, também podemos acabar com a pobreza)
* FALTA VONTADE: por parte dos governos, multinacionais e indivíduos...

Mas felizmente há muita gente que quer acabar com a pobreza, se és um deles junta-te a um dos eventos no dia 17:
- Levanta-te e actua contra a pobreza
- Dia Aberto do Desafio MIQUEIAS - uma grande oferta de serviços sociais para as populações pobres e excluídas.
- Campanha "Exija Dignidade" organizada pela Amnistia Internacional no Largo do Chiado, Lisboa.


2.9.09

Falamos daqui a 2 semanas...

Tenho tanta coisa para partilhar mas não tenho tempo. Amanhã vou para Inglaterra, onde vou participar no Vocal Training (www.speak.org.uk), visitar os meus amigos em Bradford (www.fairgrounds.org.uk) e passar algum tempo com a minha família em Londres.

Regresso no dia 15 de Setembro com muitas histórias para contar...

11.5.09

comércio justo em lisboa

Ontem fui fazer umas comprinhas à loja de comércio justo na rua da prata. Comprei chá, chocolate e barrinhas de sesamo. Além da qualidade dos produtos (e do sabor também, têm o melhor chá verde que já provei), gosto de fazer compras aqui porque quero contribuir para um mundo mais justo.
O objectivo do comércio justo é ajudar os produtores dos países em vias de desenvolvimento (conhecidos como países de 3º mundo) e promover um desenvolvimento sustentável. Além do pagamento de um preço justo, é dada importância ao desenvolvimento social e ambiental. Muitos dos produtos são biológicos, são promovidos os direitos das mulheres e crianças e uma parte dos lucros é investida na educação e desenvolvimento locais. Artesanato, café, chá, cacao, açucar e chocolate são os produtos mais vendidos, pois são os produtos que muitas vezes não podem ser produzidos nos países desenvolvidos.

A realidade é que os países em vias de desenvolvimento não têm a mesma influência na Organização Mundial de Comércio (WTO) do que os países onde estes produtos são produzidos. Além disso, em muitos destes países os direitos humanos não são respeitados, a utilização de mão-de-obra escrava é comum e não há legislação de proteção ambiental.

Para mais informações sobre a loja de comércio justo em Lisboa clica na foto:

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