Chegar à praia de manhã, quando ainda não há quase ninguém. Ouvir o mar, sentir o ar salgado entrar pelos pulmões e absorver Sol como uma esponja. Isto dá-me vida. E não precisamos de ir longe, Portugal tem tudo isto e mais!
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11.7.15
férias: praia do Loulé Velho
Chegar à praia de manhã, quando ainda não há quase ninguém. Ouvir o mar, sentir o ar salgado entrar pelos pulmões e absorver Sol como uma esponja. Isto dá-me vida. E não precisamos de ir longe, Portugal tem tudo isto e mais!
10.4.15
passear por Monsanto
A propósito da notícia do Público Na CNN, o coração de Portugal é o "Centro of the universe"
apercebi-me que para muita gente o centro de Portugal ainda é desconhecido. Eu que vivo aqui ainda tenho muito para descobrir mas sempre que amigos nos vêm visitar aproveitamos para ir dar uma voltinha e um dos nosso destinos preferidos é MONSANTO!
Esta pequena aldeia já foi considerada a aldeia mais portuguesa de Portugal. Tem monumentos históricos, beleza natural e uma vista incrível.
apercebi-me que para muita gente o centro de Portugal ainda é desconhecido. Eu que vivo aqui ainda tenho muito para descobrir mas sempre que amigos nos vêm visitar aproveitamos para ir dar uma voltinha e um dos nosso destinos preferidos é MONSANTO!
Esta pequena aldeia já foi considerada a aldeia mais portuguesa de Portugal. Tem monumentos históricos, beleza natural e uma vista incrível.
28.6.14
9 meses na comunidade Monte dos Carvalhos
Agora que começa uma nova fase para nós, é bom rever os últimos meses no Monte dos Carvalhos. Aprendi tanta coisa, muito sobre a terra, plantas, animais, pessoas mas sobretudo sobre mim. Para mim viver em comunidade é a oportunidade de termos outras pessoas como espelhos que nos ajudam a ver a luz e as trevas que temos em nós. Gosto muito do ditado africano que diz "Se queres ir depressa vai sozinho, se queres ir longe vamos juntos." Vamos juntos então.
| para colher é preciso semear |
| cada dia traz novas oportunidades |
| é mais fácil desbravar o desconhecido juntos |
| antes de mim, tantos outros já pensaram o mesmo |
| o todo é maior que a soma das partes |
| as primeiras flores trazem mais alegria |
| o caminho é tao ou mais importante que o destino |
| a natureza mima-nos com a sua generosidade |
| juntos fazemos mais |
| Monsanto - Portugal |
| é mais o que nos une do que o que nos separa |
| colher é bem melhor do que comprar |
| o melhor ainda está por vir |
4.4.14
Yoga no Vale de Moses
Em Março tive o privilégio de estar num Retiro de Yoga no interior de Portugal . Portugal não me deixa de surprender. Eu sei que há recantos lindos mas ainda há muito a conhecer. Apesar de ser alfacinha, a minha família materna vem de uma aldeia transmontana e eu agora vivo aos pés da Serra da Gardunha. Mas é tão bom conhecer mais sítios bonitos. Mais refúgios.
O retiro de yoga econtra-se perto de Oleiros . A paisagem é ingreme, montanhas com pinheiros e flores silvestres, barro e xisto. No Vale de Moses uma família inglesa encontrou o seu refúgio, restaurou as casas de xisto e agora partilha este pequeno oásis com outros através de retiros de yoga.
A família Winter é muito especial, recebem-nos com muita hospitalidade e fazem-nos sentir parte da família. Gostei muito da maneira como valorizaram as casas/ruínas antigas. Não quiseram fazer tudo novo, como muitas vezes se vê por aí. Restaurar é reconhecer que o que foi feito no passado deve ser respeitado, valorizado e reinventado.
Toda a semana foi um despertar do corpo, mente e espírito. A comida estava deliciosa e com alma (não só saladas). As aulas de yoga revigorantes, fizeram-me sentir grata pelo meu corpo. As caminhadas um despertar dos sentidos e um convite à contemplacao.
Portugal é lindo! Só precisamos de valorizar o que a natureza nos deu, o que os nossos antepassados criaram com tanto esforco. Os retiros de yoga no Vale de Moses são uma inspiração e um exemplo das boas coisas que se passam por aqui no interior.
Bem haja!
O retiro de yoga econtra-se perto de Oleiros . A paisagem é ingreme, montanhas com pinheiros e flores silvestres, barro e xisto. No Vale de Moses uma família inglesa encontrou o seu refúgio, restaurou as casas de xisto e agora partilha este pequeno oásis com outros através de retiros de yoga.
Toda a semana foi um despertar do corpo, mente e espírito. A comida estava deliciosa e com alma (não só saladas). As aulas de yoga revigorantes, fizeram-me sentir grata pelo meu corpo. As caminhadas um despertar dos sentidos e um convite à contemplacao.
Portugal é lindo! Só precisamos de valorizar o que a natureza nos deu, o que os nossos antepassados criaram com tanto esforco. Os retiros de yoga no Vale de Moses são uma inspiração e um exemplo das boas coisas que se passam por aqui no interior.
Bem haja!
9.2.14
"um país frio com um sol quente"
é assim que uns amigos que vivem há muito tempo em África descrevem Portugal - um país frio com um sol quente. Este Inverno tem sido mesmo assim, frio, chuvoso mas basta um dia de Sol para derreter os nossos coracoes.
A chuva é necessária e faz tão bem à terra mas prefiro muito mais os dias em que acordamos com um manto de geada no chão, quase parece neve. Nestes dias de frio e gelo, posso enrolar-me em roupa e passear pela terra. Nos dias de chuva, só me apetece estar no ninho, dentro de casa perto da lareira. Pelo menos é uma boa desculpa para passar o dia a ler. E que bons livros tenho lido. Recomendo especialmente o Half of a Yellow Sun da escritora Chimamanda Ngozi Adichie, uma novela sobre a guerra civil na Nigéria e breve história de independência do Biafra. Que livro!
Entre construcoes (que irei mostrar mais tarde), cuidar da terra, semear alho, favas, tupinambos, plantar árvores, preparar ervas para infusoes, ler e aprender sobre plantas assim tem sido o inverno. Tempo de inspiração, olhar para dentro, reflectir, sonhar, principalmente pela Primavera!
Como diz uma amiga minha "Para vermos o arco-íris temos de aguentar com a chuva."
| parte da nossa horta coberta de geada |
Entre construcoes (que irei mostrar mais tarde), cuidar da terra, semear alho, favas, tupinambos, plantar árvores, preparar ervas para infusoes, ler e aprender sobre plantas assim tem sido o inverno. Tempo de inspiração, olhar para dentro, reflectir, sonhar, principalmente pela Primavera!
Como diz uma amiga minha "Para vermos o arco-íris temos de aguentar com a chuva."
| que pena a foto não capturar as cores do arco-íris, fica a tentativa |
25.3.13
A Água é um Direito Humano!
1ª Iniciativa de Cidadania Europeia: A água e o saneamento básico são um direito humanoEsta ICE visa garantir a água e o saneamento básico aos 500 milhões de cidadãos europeus (contra a privatização da água)
Como assinar:
1) clicar no link https://signature.right2water.eu/oct-web-public/?lang=pt ou http://www.right2water.eu/
2) clicar onde diz "apoiar" (está na barra azul)
3) Selecione o país "Portugal"
4) Escolha o tipo de documento ( Bilhete de identidade, Cartão de Cidadão ou Passaporte )
5) Escrever o número de identificação que consta do bilhete de identidade, cartão de cidadão ou passaporte
6) Escrever o nome completo
7) Escrever apenas o apelido
Escrever a data de nascimento (dia, mês e ano)
9) Escrever a sua nacionalidade
10) Clicar nos dois quadraditos que aparecem no fim, certificando que está a votar apenas uma vez e que declara ter tomado conhecimento da declaração de privacidade
11) Inserir os caracteres que vê na imagem
RELER TUDO PARA CONFIRMAR QUE NÃO SE ENGANOU EM NADA
12) clicar Enviar
Caso o sistema não esteja a aceitar, tente mais uma vez pois pode ter-se enganado SE O SISTEMA CONTINUAR A NÃO ACEITAR tente mais tarde pois pode estar a ser usado por muitos cidadãos ao mesmo tempo.
Faltam-nos 14 000 assinaturas
portuguesas. Todos os 27 países da UE estão a recolher assinaturas,
cinco já têm o número de assinaturas exigido pelo Tratado de Lisboa
(Alemanha, Aústria, Bélgica, Eslovénia e Eslováquia). Lituânia, Chipre,
Grécia, Finlândia e Luxemburgo estão muito perto de atingir o
número mínimo! Neste momento temos 1.4 milhões de votos, estamos a fazer
História!
Isto não é uma petição, é um direito que assiste a todos os cidadãos europeus, é democracia representativa.
O resultado será divulgado pela comunicação social em Novembro.
O resultado será divulgado pela comunicação social em Novembro.
Como assinar:
1) clicar no link https://signature.right2water.eu/oct-web-public/?lang=pt ou http://www.right2water.eu/
2) clicar onde diz "apoiar" (está na barra azul)
3) Selecione o país "Portugal"
4) Escolha o tipo de documento ( Bilhete de identidade, Cartão de Cidadão ou Passaporte )
5) Escrever o número de identificação que consta do bilhete de identidade, cartão de cidadão ou passaporte
6) Escrever o nome completo
7) Escrever apenas o apelido
Escrever a data de nascimento (dia, mês e ano)
9) Escrever a sua nacionalidade
10) Clicar nos dois quadraditos que aparecem no fim, certificando que está a votar apenas uma vez e que declara ter tomado conhecimento da declaração de privacidade
11) Inserir os caracteres que vê na imagem
RELER TUDO PARA CONFIRMAR QUE NÃO SE ENGANOU EM NADA
12) clicar Enviar
Caso o sistema não esteja a aceitar, tente mais uma vez pois pode ter-se enganado SE O SISTEMA CONTINUAR A NÃO ACEITAR tente mais tarde pois pode estar a ser usado por muitos cidadãos ao mesmo tempo.
2.1.13
Mount of Oaks: Looking back and looking forward...
Mount of Oaks: Looking back and looking forward...
Um post (em ingles) sobre uma comunidade muita querida para mim - Monte dos Carvalhos. Quem me conhece sabe que ja vivi aqui e que volto sempre que posso. Para mim é um dos sítios a que chamo de casa. Mesmo à distancia é bom saber o que de bom vai acontecendo por lá!
Um post (em ingles) sobre uma comunidade muita querida para mim - Monte dos Carvalhos. Quem me conhece sabe que ja vivi aqui e que volto sempre que posso. Para mim é um dos sítios a que chamo de casa. Mesmo à distancia é bom saber o que de bom vai acontecendo por lá!
31.1.11
hakuna matata
(Because is more likely that my portuguese friends know english than my non-portuguese friends know portuguese, this post will be in english.)
It's been ruffly a month since my last update about living in Moldova and about my first impressions. I confess I wasn't expecting such a hard time but I'm an optimist and maybe sometimes that's not a good thing.
I met some Moldovans in Portugal, that's not strange since more than one quarter of the Moldovan labour force is currently living and working abroad (more info). The Moldovans I met were very friendly, and I was expecting that... I encountered some of that hospitality, specially in my host family and at my working place. But I also encountered a lot of suspicious looks and unfriendly faces from the people in the streets of Chisinau. The first weeks I was really fed up of being treat like a rare bird, everyone looking like I'm an alien. And here in Moldova, I really am. Moldova is a small country trapped between Romania and Ukraine. Besides a strong link with Russia and the neighbor countries there is not long relations with other cultures and continents.
It's interesting that being away from your own country puts a new light on it. Portugal has more than 5 centuries of relations with other cultures, countries, people... it was the first global village. And I'm a fruit of that melting pot, the fruit of the portuguese-african relation and greatly influenced by brazilian culture, I'm a lusophone. Growing up in such a culture and having so many friends and experiences in other nations, it's hard to me even notice someone's color... meaning of course I can see if you are white, black, asian or mixed race, but that's not important to me, it will not be the first thing I say when I describe you.
So back to Moldova, I'm different here and people really make me feel different. I understand it because for some is the first time they see a black girl (or mixed-race or whatever) with crazy curly hair... and I'm ok with curious looks, what hurts is the "how dare you?" looks. There still the soviet mentality of order and everything being in its place, and for those people I'm not where I'm supposed to be. But where am I supposed to be? One leg in Portugal? One arm in Angola? Or maybe in the middle of the Atlantic...
A funny thing (for me at least) happen the other day: a group of high schoolers was passing and they were looking curiously and one of them said "hakuna matata". I was surprised but then I got it... he must thing all black people speak the same language, in this case swahili... But interesting this phrase means "no worries"! I'll try not to worry because I can't change people's minds but I'll try to bring some Light and show that it's not good to people in boxes. We are not just black and white, we are bought I guess.
Finally, Moldova has lovely people and I can't wait to meet more. There's discrimination everywhere and most of it comes from fear of the unknown. So hope they like me when they know me or if they don't, may they realize that I'm not all portuguese, all women, all angolan, all curly hair people. Everyone is different and we should embrace the difference. In the meantime, I'll focus on the ones that make me feel welcomed.
It's been ruffly a month since my last update about living in Moldova and about my first impressions. I confess I wasn't expecting such a hard time but I'm an optimist and maybe sometimes that's not a good thing.
I met some Moldovans in Portugal, that's not strange since more than one quarter of the Moldovan labour force is currently living and working abroad (more info). The Moldovans I met were very friendly, and I was expecting that... I encountered some of that hospitality, specially in my host family and at my working place. But I also encountered a lot of suspicious looks and unfriendly faces from the people in the streets of Chisinau. The first weeks I was really fed up of being treat like a rare bird, everyone looking like I'm an alien. And here in Moldova, I really am. Moldova is a small country trapped between Romania and Ukraine. Besides a strong link with Russia and the neighbor countries there is not long relations with other cultures and continents.
It's interesting that being away from your own country puts a new light on it. Portugal has more than 5 centuries of relations with other cultures, countries, people... it was the first global village. And I'm a fruit of that melting pot, the fruit of the portuguese-african relation and greatly influenced by brazilian culture, I'm a lusophone. Growing up in such a culture and having so many friends and experiences in other nations, it's hard to me even notice someone's color... meaning of course I can see if you are white, black, asian or mixed race, but that's not important to me, it will not be the first thing I say when I describe you.
So back to Moldova, I'm different here and people really make me feel different. I understand it because for some is the first time they see a black girl (or mixed-race or whatever) with crazy curly hair... and I'm ok with curious looks, what hurts is the "how dare you?" looks. There still the soviet mentality of order and everything being in its place, and for those people I'm not where I'm supposed to be. But where am I supposed to be? One leg in Portugal? One arm in Angola? Or maybe in the middle of the Atlantic...
A funny thing (for me at least) happen the other day: a group of high schoolers was passing and they were looking curiously and one of them said "hakuna matata". I was surprised but then I got it... he must thing all black people speak the same language, in this case swahili... But interesting this phrase means "no worries"! I'll try not to worry because I can't change people's minds but I'll try to bring some Light and show that it's not good to people in boxes. We are not just black and white, we are bought I guess.
Finally, Moldova has lovely people and I can't wait to meet more. There's discrimination everywhere and most of it comes from fear of the unknown. So hope they like me when they know me or if they don't, may they realize that I'm not all portuguese, all women, all angolan, all curly hair people. Everyone is different and we should embrace the difference. In the meantime, I'll focus on the ones that make me feel welcomed.
17.10.10
2 milhões de pobres em portugal
Erradicar a pobreza é uma tarefa de toda a gente. Incrível como esta música dos Da Weasel está tão actual! Se as ideias não passam da mesa do café não viram soluções.
http://www.youtube.com/watch?v=pfkyI5Kkz4g
http://www.youtube.com/watch?v=pfkyI5Kkz4g
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