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6.10.15

o melhor da nossa horta


 Tivemos um Verão muito seco mas as plantas que adoram o sol não se chatearam muito. Graças a Deus tivemos água suficiente para continuar a regar a horta, ao contrário de alguns vizinhos :(


As beringelas e os pimentos deram-se muito bem. Confesso que tivemos mais sucesso com as plantas compradas no mercado do que com as que semeámos. Acho que tem muito a ver quando se planta, ainda tenho muito que aprender...


Tivemos uma enorme abundância de tomates... tantos, tantos. Conseguimos secar alguns para o Inverno e os que não conseguimos aproveitar foram para as galinhas, elas gostam imenso deles, principalmente os tomates-cereja.


Muitas e muitas abóboras. Elas são relativamente fáceis de cultivar, só precisam de bastante estrume ou composto.


Muitas cores à nossa mesa....

Não há nada que se compare a comer vegetais plantados, regados e cuidados por nós! Recomendo ;)

10.10.14

10 maneiras de cozinhar vegetais e legumes

http://dicasverdes.com/dicasverdes.com/wp-content/uploads/2013/02/quantidade-de-%C3%A1gua-para-cada-produto-produzido.jpg
fonte: Dicas Verdes

Os alimentos mais fáceis e sustentáveis de produzir são também os melhores para a nossa saúde. Refiro-me é claro aos vegetais, legumes, ervas aromáticas e frutas. São muito mais fáceis de produzir do que cereais e necessitam muito menos recursos do que os lactícinios, ovos e carne.
Muitas vezes são resumidos a mero acompanhamento, uma saladinha ou uma sopa mas há tantas outras formas de ser consumidos. Eu acho que estes alimentos deveriam ser promovidos a prato principal e o resto a acompanhamento. Um site que recomendo pelas suas receitas de fazer crescer água na boca é o Cantinho Vegetariano.
O único limite é mesmo a imaginação. Bom apetite!



1. Saladas
Desde a tradicional salada mista com alface, tomate e pepino a saladas com beterraba, courgete, rabanetes e ervas "daninhas" como o dente-de-leão ou as beldroegas. E que tal uma salada de flores?

2. Sopas
A cozinha portuguesa está cheia de receitas deliciosas de sopa. Mas podemos também experimentar uma sopa de miso.

3. Grelhados
Os meus favoritos para incluir num churrasco são: pimentos, beringelas, courgetes, cogumelos e milho.

4. Molhos
Os meus molhos favoritos são feitos com legumes. Molho de tomate, pesto, chutney...

5. Salteados
Salteados com azeite e molho de soja. Que delícia!


6. Fritos
Tempura e Pakora são duas especialidades orientais a provar. E os tão portugueses peixinhos-da-horta.

7. Aperitivos
Húmus, um pate feito com grão de bico, acompanhado de pepinos, cenouras e tomates cortados é um óptimo aperitivo.

8. Hamburguers
Podem ler a minha receita de hamburguer de vegetais.



9. Assados no forno
Os meus preferidos: abóbora, beterraba, nabo, batatas, cebola e alho com casca para não queimar. Temperados com azeite e alecrim.

10. Bolos e Tartes
Quem já experimentou bolo de courgete ou de beterraba? Tarte de abóbora também é uma delicia!

7.10.14

10 ideias criativas para um casamento lindo, simples e barato

A regra é seguir os 3 Rs: reduzir, reciclar e reutilizar. Posso acrescentar mais um S: simplificar. Numa altura em que as nossas bolsas e o nosso planeta não aguentam com festas extravagantes podemos por a nossa criatividade em acção para fazer uma festa de casamento linda, simples e mais barata. Aqui ficam algumas ideias:


1. Fazer os próprios convites (grátis) 
Há muitas maneiras de o fazer, desde papel reciclado a postais. Nós optámos por imprimir postais no site Easyprint grátis.



2. Comprar ou mandar fazer um vestido (sem a parte do noiva)
Say yes to a simple dress! Uma das coisas mais caras na festa de casamento é o vestido. Eu sou da opinião que não tem de ser assim. Com a ajuda da minha irmã comprei um vestido branco normal numa loja normal. Sem a palavra "noiva" este vestido foi muito mais barato. E vou poder usá-lo outra vez com outros acessórios.

3. Plantar as próprias flores
Nem toda a gente tem uma horta como a da avó Gudrun para plantar flores. Mas é possível fazer muita numa varanda. E não precisam de ser só flores, podem ser plantadas suculentas e cactos.


4. Decorar com elementos naturais
Para quem não pode plantar, seja na horta, na varanda ou no parapeito da janela, há sempre a possibilidade de colher ;)


5. Pôr em prática os próprios talentos e os dos outros
Quem organiza uma festa de casamento não pode, ou melhor, não deve fazer tudo sozinha. A nossa festa foi muito mais bonita do que eu imaginei porque os nossos amigos e família contribuíram com a sua criatividade e talento. A mãe do Eric fez as grinaldas de milho, a Emma pintou os sinais, muitas amigas ajudaram na decoração, a avó Gudrun fez os bolos, a Miri e o Eddy tocaram e cantaram para nós, o nosso amigo Philipp foi o DJ e uma série de amigos tiraram fotos.




6. Reutilizar
Os móveis "velhos" da avó, ou a bicicleta que só é utilizada aos fins-de-semana podem ser usados como pecas de decoração. Nós usamos os tabuleiros de bolos como sinais, escritos com giz. Simples e barato.



7. Reciclar
Latas e garrafas são os melhores vasos que eu conheço. Como não comemos muitos produtos enlatados, usámos garrafas ;) Eu fiz várias grinaldas utilizando resto de papel de parede. Muito fácil de fazer.



8. Comprar as bebidas
Eu não recomendo cozinhar para mais de 20 ou 30 pessoas. E com tantas coisas a tratar, a ultima coisa que queria pensar era em fazer comida. O buffet foi organizado por um restaurante local com produtos regionais (a comida estava tão deliciosa!). Mas comprámos as bebidas e o bar foi self-service.



9. Sobremesas caseiras
Para quem conhece alguém com "boa mão" para doces e bolos, acho que é uma boa solução. Nós temos a sorte de ter uma super-avó que fez 12 bolos, mais o bolo de noivos.



10. Pedir aos convidados para tirar fotos
Eu gosto muito de fotografia. Mas como nós não queríamos as fotos de noivos tradicionais em que durante horas temos de manter o sorriso. Decidimos pedir aos nossos amigos e família para tirar fotos. Na era dos smartphones e das câmaras digitais fotografias não vão faltar. Nós tivemos também fotos tiradas com a Polaroid que foram directamente para o nosso livro de visitas.

30.7.14

a horta das maravilhas

Esta pequena horta alimenta-nos todo o Verão e ainda nos dá produtos para conservar para o Inverno. Esta horta dá-nos flores, feijões, tomates, abóboras, cebolas, cenouras, beterrabas, alface, salsa, manjericão, endro, morangos, framboesas e outras bagas. Esta horta é uma maravilha e quem cuida dela também. A horta é a terapia da avó Gudrun.













14.7.14

21.10.13

importante partilhar: Armas de Alimentação Maciça

Não podia concordar mais:

"É por isso que se corre o risco de daqui a alguns anos uma espécie de terrorista ser aquele que produz a própria alimentação; que recolhe a própria água e energia; que constrói a própria habitação sem recorrer a crédito; e finalmente, que recolhe e partilha a própria semente.
Satisfazer as nossas necessidades fundamentais fora da esfera do consumismo torna-se cada vez mais um acto de subversão política quando deveria ser um direito fundamental associado à sobrevivência básica." Ler mais aqui.

2.1.13

Mount of Oaks: Looking back and looking forward...

Mount of Oaks: Looking back and looking forward...
Um post (em ingles) sobre uma comunidade muita querida para mim - Monte dos Carvalhos. Quem me conhece sabe que ja vivi aqui e que volto sempre que posso. Para mim é um dos sítios a que chamo de casa. Mesmo à distancia é bom saber o que de bom vai acontecendo por lá!

29.8.12

este livro recomenda-se!


Para quem não está preparado ou não quer deixar a cidade e viver no campo, este livro é uma grande ajuda para cultivar comida em espaços pequenos. Além de vegetais, o autor aborda criação de galinhas, apicultura, cultivo de cogumelos e germinação de sementes. Mais info aqui.

21.2.11

sementes livres!

Em 2011 a Comissão Europeia vai propor uma nova regulamentação relativa à reprodução e comercialização de sementes, a chamada “Lei das Sementes”. As novas regras, a serem aprovadas, sobrepor-se-ão às leis nacionais de cada estado-membro, podendo vir a limitar drasticamente a livre circulação de sementes, impedir os agricultores de guardar sementes e ilegalizar todas as variedades de plantas não homologadas, onde se incluem muitos milhares de variedades tradicionais, a herança genética vegetal da Europa.
Com esta nova lei, a Comissão Europeia pretende satisfazer os pedidos repetidos da indústria de sementes, que nas últimas décadas assumiu os contornos de um oligopólio, com dez empresas – gigantes da agro-química – a controlar actualmente metade do mercado mundial das sementes comerciais e a quase totalidade do mercado das sementes transgénicas. A indústria de sementes considera que a prática de guardar sementes e a produção de variedades não registadas constituem concorrência 'desleal'. Ao eliminar esta concorrência, sob pretexto de criar um mercado 'justo' e da protecção da saúde pública, as grandes empresas de sementes preparam-se para cobrar direitos aos cerca de 75% de agricultores no mundo que ainda guardam e utilizam as suas próprias sementes.
Durante milhares de anos agricultores pelo mundo fora têm contribuído para a adaptação e melhoramento das plantas para produzir os nossos alimentos. Estas plantas constituem uma fonte insubstituível de recursos genéticos para assegurar o continuado acesso a alimentos, tecidos e medicamentos. A biodiversidade agrícola é um dos pilares da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável e já viu um decréscimo de 50% desde os anos sessenta, com a intensificação da produção agrícola, favorecendo as monoculturas e o uso excessivo de agro-químicos.
A tendência da privatização das sementes, que se iniciou com a autorização de patentes sobre formas de vida, e que a prevista Lei das Sementes vem reforçar, constitui uma ameaça ao nosso património genético comum e à segurança alimentar. Os agricultores deixarão de poder guardar sementes e os criadores independentes deixam de poder melhorar variedades. Por consequência, não haverá nenhum incentivo para preservar variedades tradicionais e o mercado restringir-se-á a um espólio infinitamente mais reduzido de variedades comerciais, onde irão dominar, entre outras, as variedades transgénicas.
Junta-te à Campanha pelas Sementes Livres
Dezenas de milhares de pessoas por toda a Europa estão a pedir activamente que o direito de produzir sementes permaneça nas mãos dos agricultores e horticultores. As sementes de cultivo são um bem comum, criado por acções humanas ao longo de milénios. Devem permanecer no foro público e sob condições algumas entregues para a exploração exclusiva da indústria de sementes.
Ajuda-nos a inverter o rumo da legislação sobre sementes e a apoiar a biodiversidade agrícola e a agricultura tradicional, com informação on e offline, seminários e campanhas de sensibilização, a dinamização de hortas guardiãs de sementes e feiras de troca de sementes tradicionais, nacionais e internacionais.
Vê mais sobre a Lei das Sementes e a Campanha Europeia pelas Sementes Livres AQUI.
Campanha pelas Sementes Livres
semear o futuro, colher a diversidade

GAIA | Plataforma Transgénicos Fora | Quercus

16.10.10

Manifesto Pobreza Zero

Mais de 900 Organizações Internacionais em estreita coordenação com organizações e movimentos sociais de base em mais de 100 países promovem a maior mobilizaçãode sempre na história da luta contra a pobreza no mundo. A sociedade portuguesa não pode ficar indiferente. Junta-te a nós e faz ouvir a tua voz!
Unindo as nossas vozes manifestamos:
QUE a persistência da pobreza e da desigualdade no mundo de hoje não tem justificação.
Apesar dos esforços realizados durante décadas, a desigualdade entre ricos e pobres continua a aumentar.
Hoje, mais de 3.000 milhões de pessoas carecem de uma vida digna por causa da pobreza.
Fome, SIDA, analfabetismo, discriminação de mulheres e meninas, destruição da natureza, acesso desigual à tecnologia,deslocação maciça de pessoas devido aos conflitos, migrações provocadas pela falta de equidade na distribuição da riqueza a nível internacional… São as diferentes facetas do mesmo problema: a situação de injustiça que afecta a maioria da população mundial.
QUE o desenvolvimento sustentável no planeta está seriamente ameaçado porque um quinto da população mundial consome irresponsavelmente, com a consequente sobre exploração de recursos naturais.
QUE as razões da desigualdade e a pobreza se encontram na forma como organizamos a nossa actividade política e económica. O comércio internacional e a especulação financeira que privilegia as economias mais poderosas, uma dívida externa asfixiante e injusta para muitos países empobrecidos, bem como um sistema de ajuda internacional escasso e descoordenado tornam a actual situação insustentável.
QUE para conseguir a eficácia das políticas de Desenvolvimento Institucional, o Desenvolvimento Humano Sustentável e Bens Públicos Globais é imprescindível implementar uma governação global democrática e participativa.
QUE o crescimento económico espectacular dos últimos anos não contribuiu para garantir os direitos humanos nem para melhorar as condições de vida em todas as regiões do mundo, nem para as pessoas, independentemente da sua condição,género, etnia ou cultura.
QUE lutar contra a pobreza, nas suas diferentes dimensões, significa actuar contra a exclusão das pessoas, a favor das garantias dos seus direitos económicos, sociais e culturais que se traduzem em protecção, trabalho digno, rendimento, saúde e educação, poder, voz, meios de subsistência sustentáveis, em condições de igualdade.
É um compromisso irrenunciável e inadiável: toda a sociedade no seu conjunto é responsável pela sua concretização.

Unindo as nossas vozes queremos
- MAIS AJUDA pública para o desenvolvimento, dando prioridade aos sectores sociais básicos, até alcançar o compromisso dos 0,7% do RNB
- MELHOR AJUDA, desligada de interesses comerciais, orientada para os países mais pobres e coerente com os Objectivos do Milénio.
- MAIS COERÊNCIA nas diferentes políticas dos nossos governos para que todas elas contribuam para a erradicação da pobreza.
- ELIMINAR A DÍVIDA: os países ricos, o Banco Mundial e o FMI devem perdoar a 100% a dívida dos países mais pobres.
- DÍVIDA POR DESENVOLVIMENTO: investir os recursos criados pela extinção da dívida dos países pobres para alcançar os Objectivos do Milénio.
-MUDAR AS NORMAS DO COMÉRCIO internacional que privilegiam os países ricos e os seus negócios e impedem os governos dos países pobres de decidir como lutar contra a pobreza e proteger o meio ambiente.
- ELIMINAR OS SUBSÍDIOS que permitem exportar os produtos dos países ricos abaixo do preço de custo de produção, prejudicando o sustento das comunidades rurais nos países pobres.
- PROTEGER OS SERVIÇOS PÚBLICOS com o fim de assegurar os direitos à alimentação e o acesso à água potável e a medicamentos essenciais.
- FAVORECER O ACESSO À TECNOLOGIA por parte dos países menos desenvolvidos, de acordo com as suas necessidades, para que possam usufruir dos seus benefícios.

3.10.10

um comentário ao estado da nação

Há muito que não ouvia um profeta a falar na televisão. A frase que mais me chamou atenção "estão a crescer numa sociedade que está montada no ter pelo ter e esqueceu o ser pelo ser, e o ser pelo outro e o ser com o outro..."

comentário de Frei Fernando Ventura sobre a situação do país

17.5.10

da varanda para o prato

Desde que comecei a aprender mais sobre permacultura e sustentabilidade que procuro consumir produtos locais. Fiquei também com vontade de cultivar a minha própria comunidade, como fazíamos um pouco no Monte dos Carvalhos. Para quem vive numa zona urbana da linha de Sintra as opções não são muitas mas em vez de esperar por ter um jardim comunitário, comecei a plantar as minhas plantas aromáticas! Neste momento tenho: oregãos, cebolinho, manjericão, salsa, coentros, hortelã e tomilho. Nem todas as plantas estão a dar-se bem mas vou experimentando... A minha mais recente plantação é um vazo que plantei com tomates que fica na varanda, vamos ver como vão sair :)

8.11.09

edição verde da Visão a não perder!

Eu não tenho por hábito comprar jornais e revistas (lei-os online) mas ontem, enquanto esperava no hospital, resolvi comprar a revista Visão. Vale mesmo a pena comprar esta edição dedicada ao ambiente, o que podemos fazer para poupar o ambiente e a carteira, a sustentabilidade das cidades, as boas iniciativas pelo país fora e o que podemos esperar da cimeira de Copenhaga e muito mais. Apesar da crise, os portugueses estão empenhados na sustentabilidade e apostam nas energias renováveis. Ainda há um longo caminho a percorrer mas estou orgulhosa das boas coisas que já se fazem neste país :)
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